Deus não quer religiosidade, Ele quer intimidade
Por Denise Lopes

pai-filho

“Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” ( Jo 4:24)

Não há nada melhor que a sensação de quando estamos no primeiro amor: Aquele fogo inexplicável que arde em nosso íntimo. Choramos e nos emocionamos o tempo todo com o Senhor: seja com um simples louvor que desperta o nosso coração ou uma oração que fazemos, ou simplesmente por nos lembramos dEle.

Queremos falar, ler sobre Ele o tempo todo. E a Palavra então? Debruçamo-nos sobre ela como alguém sedento que se sacia num rio de águas cristalinas…

Nós nos perdemos no tempo, queremos orar, jejuar, tudo que for necessário para termos mais dEle.

Infelizmente a realidade é que, após um tempo, esse primeiro amor pode acabar esfriando. Sem percebermos, a nossa oração que era tão ardente e já não flui do fundo do nosso coração como antes. Se torna algo controlado e às vezes até mecânico ou com vícios. Orar e ler a palavra tornam-se coisas difíceis se fazer sempre, e acabamos esfriando.

Infelizmente esse é um problema muito comum hoje em dia. As pessoas tem perdido o primeiro amor e entrado numa rotina de rituais e compromissos nas igrejas. A essência tem se perdido e temos confundido a igreja com mais uns dos compromissos que tomam a nossa agenda.

A boa notícia é que o Senhor nos ama demais para nos deixar assim. Ele nos chama para um despertamento, para uma adoração verdadeira em espírito e em verdade.

Deus nos chama para deixarmos a religiosidade e buscarmos um relacionamento verdadeiro e íntimo com Ele. A sensação do primeiro amor deve permanecer todos os dias das nossas vidas, e deve aumentar cada vez mais. Às vezes, mesmo com uma vida de anos de caminhada com Deus, Ele nos chama para pararmos e voltarmos a essência:

Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras (Apocalipse 2.2-5)