Inícios
Por Gabriel Bombardi
incio

Partindo da premissa que tudo sempre tem um início e que nem todas as coisas são iguais, podemos entender que existem formas muito diferentes de se começar algo. O mundo começou em um jardim. Noé começou como um homem justo. José como o filho mais querido. Davi como um pequeno pastor de ovelhas. Salomão como um homem sábio. Gômer como uma prostituta. Oséias como um homem obediente ao Senhor.

Os inícios são extremamente importantes para o completar de uma obra, sejam eles bons ou ruins. São eles que removem os confortos e permitem que o novo aconteça. Portas são abertas e caminhos são vistos. Entretanto, um início promissor não garante um resultado positivo.

Gostaria de chamar a atenção para a vida de Paulo. Começou como Saulo, tornou-se Paulo. Iniciou a carreira ministrando a tempo e fora de tempo aquilo que tinha como convicção. Começou como aprendiz e tornou-se conselheiro e ministro do evangelho. Caminhou, ensinou e serviu. Orou. Confiou. Perseverou. Combateu o bom combate, terminou a corrida e guardou a fé (2 Tm 4:7), sendo esta última a razão para acreditar no Caminho da salvação e terminar bem.

Portanto, se estiver passando por um bom início, aproveite-o. Se o inicio estiver sendo ruim, aproveite-o também. Porém, mais do que isso, peça ao Senhor o bom término. Peça que a fé – que é o motivo do bom proveito na situação agradável e na adversa – seja o combustível principal para a aproximação da Eternidade, afinal, sem ela “é impossível agradar a Deus, pois quem dEle se aproxima precisa crer que Ele existe e que recompensa aqueles que o buscam.” (Hb 11:6)